O mundo está estranho. Outrora, a guerra entre superpotências usava bombas e misseis, depois passou a ser feita com cyberataques e hoje usam-se as aplicações de smartphone como munição. Como tal, para atingir a China, os Estados Unidos querem banir uma série de aplicações de origem chinesa, mas quem poderá perder muito com isso é a gigante americana Apple. Agora na mira está a app de conversa WeChat.

Segundo o analista Ming-Chi Kuo, a decisão da Administração de proibir as empresas americanas de terem relações comerciais com empresas incluindo a WeChat, pode ter um impacto significativo nas vendas da Apple na China.


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